antwerpen e o despertar da socialpips


Foi hoje, finalmente, que me sentei a conversar e a rir um bocado com gente fixe.
Mas comecemos por onde convém: pelo princípio.
Logo na estação dos comboios uma tailadensa, a Natcha, meteu conversa comigo. Dentro do comboio, estava eu a apresentar-me a um francês e uma turca (de cujos nomes não me recordo) quando ouvi o doce som da língua de Camões. Foi ali e naquele momento, rejubilante, que me atirei verborreica para cima de duas portuguesas (Sofia, em Erasmus em Paris, e Marisa, por Leuven este semestre) e daí para frente foi meter-me com quem pude. Acabei a noite num bar na Ladeuzeplein com elas e os dois membros da LOKO, Tom e Raph, numa animadíssima conversa sobre política e medicina e montes de coisas demasiado sérias para uma noite de Sábado.


Sim, lá pelo meio: Antuérpia. A capital da Flandres, a jóia hype da Bélgica, movimentada e bonita como se esperava, industrial e patrimonial como convém a uma cidade Europeia que se permite ter futuro. Muito barroca, claro. Não aprecio, já se sabe. Gostei, sim, embora tivesse expectativas estéticas mais elevadas… Diria, em duas palavras: charmosa e estimulante. Excelente chocolate quente num cafézinho chamado Mamado, naquela zona ao pé da Catedral e zona comercial (Meir) muito promissora (não fixei nomes, não li o guia da Lonely Planet com atenção o suficiente).









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