nenhures city von belgië

Badalhos caricos, em flamengo diz-se badalhuys karijk. Juro! =P Foi para lá que fui hoje, mais propriamente para Mol, uma terra a umas dezenas de km de Leuven onde existe… bem… nada. Além dumas centrais nucleares e de uns institutos de investigação associados que desterraram para lá para desenvolver, sem sucesso, a região, nada. (A foto sem graça é para condizer.) Fui ao VITO para uma investigadora me dar umas luzes sobre um software que tenho de usar para fazer a tese. Resultou!
Demorei mais de 1.30h p lá chegar e mais de 2h para voltar. Fiz questão de ir por um caminho e voltar por outro, mudando de comboios em cidades que turista nenhum se lembra que existem, usando linhas que passam por terriolas paradas, industriais, agrícolas, pobres, aristocratas, you name it. Vi gamos bebés (bambis, portanto), cabras anãs muito esquisitas, muitos cavalos e vacas a dormir. (Pá, as vacas a dormir são fixes!) Vi casas com uma arquitectura espectacular, com envidraçados enormes e paredes de madeira a disfarçá-las no meio dos bosques. Apanhei sol (hoje, sim, senti a Primavera) nas plataformas das estações, li imenso e pensei na vida. Dei tanta volta que fiquei com a sensação de ter atravessado o mesmo rio três ou quatro vezes! Um dia de brainstorming e brainresting na Bélgica profunda…

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