dia de não dar cavaco

35 anos depois, posso ser o que tiver de ser, posso dizer o que quiser dizer, posso pensar o que a superestimulação me permite pensar, estou a estudar cá fora sozinha, já “corri mundo”, consumo em massa, uso decotes enormes, digo palavrões e dou linguados em público. 35 anos depois, o português pôs-se a par da modernidade. De resto, fico com a sensação que, basicamente, mudaram as moscas.

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