política

Foi uma coisa inventada pelos homens mais velhos para decidir que grupos socio-demográficos se sacrificariam pelos seus interesses, de fundo, financeiros e de que modo. Do género: mandar a juventude para a guerra, manter os pobres muito pobres, essas coisas. A isso acrescentou-se muita retórica, um teor novelístico reles e uma rede de maroscas que corrompe todos os sistemas onde a política se infiltra, desde o nível local ao mais global. É um modelo dentro do qual ninguém é realmente importante, embora todos tenham poder. E esse poder e a sua dimensão nem sequer é atribuido com base na responsabilização ou competência.
Os participantes são de cinco tipos: os que mais valia limitarem-se a ir ao estádio ver futebol porque só sabem agitar bandeirinhas e mandar postas em época de campanha, os que acham ingenuamente que é assim que se melhora alguma coisa, os que não agem mas têm blogs para dizer muita coisa, os que não sabem fazer nada útil à sociedade e aqueles a quem convém. Estes dois últimos são os verdadeiros executantes da política, embora os anteriores sejam igualmente chatos.
Parece-me odioso. Não percebo qual é a cena.
(Não é coincidência eu ter este desabafo entre as 20 e as 21h.)

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