the kids don’t stand a chance

Pelos vistos, já no tempo dos egípcios as pessoas imputavam às gerações mais novas vaticínios obscuros sobre o que elas fariam quando tivessem o futuro nas mãos. Há milhares que anos que o mundo está prestes a sucumbir à imoralidade e preguiça da juventude. E se há coisa que me entristece é que ver que os mais velhos abanam a cabeça à minha geração não com consternação indignada, mas sim com alguma pena. Devemos ser a primeira geração desde a Segunda Guerra Mundial que foi anulada pelas circunstâncias. Não há nada para revolucionar, não há lemas, não há almejo de coisas brilhantes. Já percebemos que nos fizemos adultos na altura errada. Encolhendo os ombros ou arregaçando as mangas, provavelmente só nos resta deixar o tempo passar.

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