Provence Roadtrip 5 – Avignon + Luberon



De volta à província, estabelecemos base perto de Gordes e passámos os últimos dias da viagem a passear nas regiões de Avignon e do Parque do Luberon.

Gordes é uma armadilha de turistas e tem todo o direito. É uma aldeia linda empoleirada num monte onde tudo está bem cuidado e é extremamente caro. À volta, mais do mesmo mas não tão popular. Goult (a cópia sossegada) e Roussillon com os seus tons ocre e campos de alfazema e de trigo e vinha… Lindo. Mais longe já fora do parque natural, L’Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine de Vaucluse, aldeiazinhas bonitas atravessadas por rios de água fria onde uma pessoa se delicia a refrescar os pés. Só os pés e aos bocadinhos de cada vez.

Avignon é tudo isto mas em ponto maior. Hordes de turistas acorrem a ver o que a História conturbada de França permitiu que sobrasse da presença dos Estados da Igreja fora do Vaticano. Isso e aquela ponte que como está a cair e há uma música sobre ela, é uma g’anda coisa. Pronto, confesso que estava demasiado calor e o que me lembro melhor da cidade é de me sentir um bocado mal o tempo todo e dum sumo gelado de morango, limão e menta que quase me salvou do pior.

Diria que a melhor maneira de visitar isto tudo, se me permitem sugerir, é sempre a andar. O segredo é nunca ficar tempo suficiente num local para nos fartarmos dos turistas, especialmente dos americanos a tentar falar francês, do postiço, das bicas da 4€ e de estarmos constantemente a ser atraídos para atracções turísticas de segunda linha que são caras e medíocres. Além disso, arranjar dormida num sítio pequenino e charmoso, de preferência com piscina e beber bastante vinho local.

Back in the countryside, we established our headquarters in the vicinity of Gordes and spent our last roadtrip days wandering around in the Avignon and Parc du Luberon regions.

Gordes is a tourist trap in its full right. It’s a gourgeous perched village, well taken care of and accordingly expensive. Around it, more of the same only less crowded. Goult, for instance, is the quieter cheaper copy and Roussillon with its ocher tones, lavender and wheat fields and vineyards… it´s beautiful indeed. Farther, outside the natural park, there’s L’Isle-sur-la-Sorgue and Fontaine de Vauclouse: little pretty villages crossed by cold rivers where it feels soooo good to dip our feet on a warm day. But only the feet and for short periods!

Avignon is all this only bigger. Swarms of tourists come to see what the troubled French History spared from the presence of the Papal States outside the Vatican. That and a bridge which, just because it’s a ruin and there’s a song about it, is some sort of hit… OK, I confess it was so warm that day that my main souvenir is how bad I was feeling all the time, and also a frozen juice of lemon, strawberry and mint that saved me.

I’d say, if you’d allow me the suggestion, that the best way to visit this region is by keep on moving. The secret is to not staying in a place long enough to start getting sick of the tourists (particularly americans trying to speak French), of how fake things are, of 4€ espressos and of being constantly allured to cheesy tourist attractions, mediocre and expensive. In addition, find cozy and charming accommodation (preferably with a swimming pool) and drink plenty of local wine.






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