florida roadtrip

These were the colours
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and the mascot
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These were my best buddies at Key Largo: a bikini, a book and a snorkeling set.
image-3And this the tiny little beach where I enjoyed a couple of famous Florida Bay sunsets:
DSC00252Nice, hun? It rained a lot that night, obviously.
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This is where I went all beach bum in the Miami area: the Crandon State Park

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and Miami Beach

image-7DSC00310…which is super hip, as the pictures tell… don’t they?
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This is called Rainbow Springs State Park, just north of bustling Orlando. Here I took the responsible swim, minding the alligators. Me and four other anonymous people.
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This is driving to the Keys:
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These were beaches along the Gulf Coast:
DSC00156(where was everybody??)
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DSC00038(I sense a theme… heat, white sand and no people.)
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This was on the Myakka Lake, where I saw plenty of alligators, safely from a boat:
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It all made me tanned and happy.

Provence Roadtrip 5 – Avignon + Luberon



De volta à província, estabelecemos base perto de Gordes e passámos os últimos dias da viagem a passear nas regiões de Avignon e do Parque do Luberon.

Gordes é uma armadilha de turistas e tem todo o direito. É uma aldeia linda empoleirada num monte onde tudo está bem cuidado e é extremamente caro. À volta, mais do mesmo mas não tão popular. Goult (a cópia sossegada) e Roussillon com os seus tons ocre e campos de alfazema e de trigo e vinha… Lindo. Mais longe já fora do parque natural, L’Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine de Vaucluse, aldeiazinhas bonitas atravessadas por rios de água fria onde uma pessoa se delicia a refrescar os pés. Só os pés e aos bocadinhos de cada vez.

Avignon é tudo isto mas em ponto maior. Hordes de turistas acorrem a ver o que a História conturbada de França permitiu que sobrasse da presença dos Estados da Igreja fora do Vaticano. Isso e aquela ponte que como está a cair e há uma música sobre ela, é uma g’anda coisa. Pronto, confesso que estava demasiado calor e o que me lembro melhor da cidade é de me sentir um bocado mal o tempo todo e dum sumo gelado de morango, limão e menta que quase me salvou do pior.

Diria que a melhor maneira de visitar isto tudo, se me permitem sugerir, é sempre a andar. O segredo é nunca ficar tempo suficiente num local para nos fartarmos dos turistas, especialmente dos americanos a tentar falar francês, do postiço, das bicas da 4€ e de estarmos constantemente a ser atraídos para atracções turísticas de segunda linha que são caras e medíocres. Além disso, arranjar dormida num sítio pequenino e charmoso, de preferência com piscina e beber bastante vinho local.

Back in the countryside, we established our headquarters in the vicinity of Gordes and spent our last roadtrip days wandering around in the Avignon and Parc du Luberon regions.

Gordes is a tourist trap in its full right. It’s a gourgeous perched village, well taken care of and accordingly expensive. Around it, more of the same only less crowded. Goult, for instance, is the quieter cheaper copy and Roussillon with its ocher tones, lavender and wheat fields and vineyards… it´s beautiful indeed. Farther, outside the natural park, there’s L’Isle-sur-la-Sorgue and Fontaine de Vauclouse: little pretty villages crossed by cold rivers where it feels soooo good to dip our feet on a warm day. But only the feet and for short periods!

Avignon is all this only bigger. Swarms of tourists come to see what the troubled French History spared from the presence of the Papal States outside the Vatican. That and a bridge which, just because it’s a ruin and there’s a song about it, is some sort of hit… OK, I confess it was so warm that day that my main souvenir is how bad I was feeling all the time, and also a frozen juice of lemon, strawberry and mint that saved me.

I’d say, if you’d allow me the suggestion, that the best way to visit this region is by keep on moving. The secret is to not staying in a place long enough to start getting sick of the tourists (particularly americans trying to speak French), of how fake things are, of 4€ espressos and of being constantly allured to cheesy tourist attractions, mediocre and expensive. In addition, find cozy and charming accommodation (preferably with a swimming pool) and drink plenty of local wine.






Provence Roadtrip 4 – city life

Marguez, Marseille

Depois de uns dias de papo para o ar e pés na areia, seguiu-se a Marselha numa visita à amiga Catarina. A cicatriz que uma alforreca me deixou, há 3 anos, foi visitar as suas origens e foi comovente… Gostei ainda mais desta vez, se calhar porque a sua luz me faz tanto lembrar a de Lisboa… a maneira como se conduz também. E conhecer o bairro de Marguez muda a perspectiva desta cidade.

Lá pelo meio, um serão em Aix-en-Provence. Cidade pequena a e chique e, em contraste com a barafunda de Marselha, cintilante! Vi o centro histórico lindo embebido na vida nocturna desta cidade universitária e fiquei cheia de vontade de voltar. Cada vez que ando a passear dou por mim à procura do meu próximo poiso, caso tenha de ir embora de Leuven. E Aix apresentou a sua candidatura.

After a few days with the belly in the sun and the feet in the sand, a stop in Marseille to visit the friend Catarina. The scar left by the jellyfish 3 years ago returned home and it was moving… I liked Marseille even more this time, maybe because its light reminds me so much of Lisbon’s… and the way people drive too. Besides, having stayed in the quarter of Marguez changed my perspective of the city.

Sometime in the middle, we spent an evening in Aix-en-Provence. It’s a small posh town which, contrasting with messy Marseille, sparkles! I saw the beautiful historical centre embedded in the vibrant nightlife of this university town and decided to come back. Every time I travel I find myself scouting for my next stop, if I have to leave Leuven… Aix is a candidate.

Aix-en-Provence